A Dutra não aguenta mais esperar

rv-dutraO Globo

 

Com o setor público em virtual colapso financeiro, somente as concessões privadas poderão salvar a combalida infraestrutura nacional do desastre, ainda que haja enorme resistência de certos segmentos à sua consolidação no país. Vivemos isso na recente gestão petista federal, em administrações estaduais, e por último, de forma surpreendente, na ação de órgãos fiscalizadores, como o TCU, embalados pela força da nova notoriedade obtida nas recentes iniciativas anticorrupção.

 

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Avanço insuficiente

rv_02062016O Globo

 

O“x” de tudo é a questão previdenciária. O déficit previdenciário da União, estados e municípios é gigantesco. A exata noção desse problema só aparece quando se somam os déficits futuros, digamos nos próximos 70 anos, e se chega aos números absurdos do chamado “passivo atuarial”, um número calculado oficialmente e divulgado todos os anos, que equivale a muitas vezes a receita anual de cada ente, mas cuja existência a maioria parece ignorar. Não adianta mais insistir que isso se deve a administrações irresponsáveis (obviamente as passadas, pois as atuais mal começaram…), como muitos fazem. O importante é ter o diagnóstico certo e, portanto, o remédio adequado. E o pior é que o artigo 40 da Constituição manda arrumar essa casa e dá o caminho das pedras para fazer isso, mas esse item virou uma a mais das letras mortas da nossa magna carta.

 

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Dois coelhos de uma pancada só

rv-090117

O Globo

 

O ano se inicia sem solução para os estados com elevados buracos financeiros, como no caso de Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, onde os atrasos de pagamento a fornecedores e, mais recentemente, a servidores (inclusive aposentados), estão virando rotina e se agigantando. O perigo é a decretada “calamidade financeira” atingir proporções de uma crise social aguda. (Recorde-se a de Alagoas no governo FH, quando uma greve de policiais levou à intervenção branca no estado).

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Marketing versus mundo real

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Estadão

 

No penúltimo dia do ano e em que pese a crise fiscal, a face gastadora do governo Temer anunciou na TV mais um capítulo da novela dos compromissos de reajustes salariais firmados ainda na administração anterior. Curiosamente, no mesmo anúncio, mas representando a banda controladora do novo governo, seguiram-se dois alertas do atual ministro da Fazenda.

 

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